segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Ta acabando...

Ta acabando o ano... esse passou rápido hein?! QUE BOM. Não tenho muitos motivos para querer me apegar a este ano... mas o balanço geral fica pra próxima postagem. Vim falar de outra coisa que ta acabando...

Vim falar do vestibular ¬¬

Sei que eu sou o que mais critica e ODEIA aqueles que só sabem falar disso, e pra piorar meus amigos SÓ SABEM falar disso, tirando um ou outro, claro... Mas em geral é assim. Isso é um inferno, ODEIO essa pequenes de pensamento em se limitar a perguntar 'e o cursinho?'; 'estudando muito?' Tomar no cu viu, odeio isso.

Mas graças ao calendário que temos, depois de Dezembro costuma vir Janeiro e depois do dia 2 costuma ser o dia 3. Então faltam menos de 20 pra esta merda acabar. Não aguento mais essa pressão que eu mesmo me coloco. "Ahhh mas você só estuda e não trabalha, ta reclamando de barriga cheia..." Fica um ano no cursinho estudando pra tudo ser resumido em quatro provas SEU ANIMAL, pra ver se é gostoso isso!!!
Mas essa merda ta acabando e quando eu sair da prova no dia 5 eu quero beber, alguém se habilita? =D
Quero dormir também, quero dormir sem ter com o que me preocupar, roncar feito um porco e babar feito um idiota, dormir feito bêbado. Quero também viajar, ou melhor, EU VOU viajar com meus amigos, até que enfim esta merda saiu do papel. Vai ser foda, vai ser engraçado, vai ser muito bom, tô precisando disso!!

Por culpa da merda do vestibular eu não tenho novidades pra contar... Meus amigos não saem, tão vivendo pra essa prova, fica difícil fazer alguma coisa sozinho, não curto muito dar rolês alone. É broxante...

Ano que vem vai ser diferente, tenho certeza. Chega de exatas, de um jeito ou de outro eu vou estar na faculdade e fazendo história, isso é certo! Vou trabalhar também, espero que numa escola de línguas, mas se não rolar isso, que seja de repositor no Carrefour mesmo que ta valendo!

2010 promete! 2010 é o Centenário do Alvinegro de Parque São Jorge, do Time do Povo, do Timão, do Corinthians. Espero que meu pai não morra do coração na final da Libertadores. Espero também que o Dunga crie vergonha na cara e chame o Ronaldo e tire aquele porra louca do Gilberto Silva, MINHA MÃE ta jogando mais que ele, o cara se arrasta em campo!

Eu tô ligado que esse post ta brisado, falei de uns 15 assuntos diferentes e sem nexo, mas é por que EU to brisado esses dias, já já passa.... (falo isso desde meus 13 anos =p )

É isso ai bons Cristãos... até a próxima...

=D

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Pessoas

Descobri que o bom da vida é não temer ser rejeitado. Ser 'atrevido', curioso, puxador de assunto. Foi depois que perdi esse medo (confesso que não por completo) que eu conheci as melhores pessoas. Claro umas marcam mais, me agradam mais, entretanto, se não fosse eu e minha nova 'xeretisse', talvez ela só seriam rostos estranhos e sisudos.

Descobri também que amo ler! Leitura voltou a ser um dos meus hobbies mais que preferidos. Voltando a ler como lia redescobri o que tinha esquecido:

Sou apaixonado pela vida!!!

Como eu amo viver, como eu amo gente nova, pessoas novas, cabeças novas, ideias novas, rostos novos, amores novos. Eu amo estar apaixonado, essa é a verdade!


Poucos sabem que escrevo poemas ou poesia e pouquíssimos já as leram. Eu ,particularmente, acho que não passam de versos brancos, mas[...] Eu só compunha em português, só consigo dar peso; vida; só consigo fazer com que a palavra se mova, em potuguês. Eu sei o inglês, mas ainda não adquiri essa capacidade e intimidade de escrever que tenho com o português.

Esses dias, a
Pequena me pediu pra terminar uma música pra ela, avisei de ante mão que me daria melhor se fosse português, mas ela insistiu, da mesma forma que foi com o samba (isso eu conto depois). Fiz lá alguns versos rotos, não gostei... Achei que ficaram muito frios, não senti vida própria. Sem sorriso, alma, sem dor ou cor... Mas se a Pequena aprovou, tá aprovado! Mas vou continuar me empenhando e vou chegar no mesmo tom que chego com o português, nem que para isso precise debulhar a língua da Terra dos Anjos.
Desafio mesmo vai ser escrever em húngaro, de acordo com o Chico B. é a única língua que o Diabo respeita. Quem sabe assim eu não escrevo algo com pesado.


A
Pequena também me pediu um samba... Eu mal sei escrever... isso não é falsa modéstia. Acho mesmo que sou um bobo que digita o que vem em mente... Mas ela insistiu e eu fiz. Desculpe, mas não vou postar a composição. Ficaria vexado se lessem (se é que mais do que duas pessoas leem isso). Mas como já disse, se a Pequena aprovou, tá aprovado. Surpresa maior foi quando ela pediu pra eu cantar, pra eu mostrar o ritmo. Se de abrir a boca já irrito as pessoas, pensem eu cantando... Mas se ela quiser que eu cante...

Aconteceram tantas coisas comigo nesses últimos dias, tantas sensações diferentes e 'gostosas'...
Um dia eu conto, um dia eu juro que conto...

Dona Fuvestina II

Faz tempo hein? Faz mais ou menos 6 meses deste o meu post sobre a "Dona Fuvestina"... E de lá pra cá, daquele texto pra esse que vou escrever, JESUS, quanta mudança. Queimei minha língua, dei um tiro no meu pé. Todas as obras e todas as personagens me disseram uma só coisa em uníssono, "CHUPA FERNANDO". Aos que leram ou que não leram eu vou dar o link do meu primeiro post, note o abismo entre um e outro:

http://mofador.blogspot.com/2009_05_01_archive.html


Sobre as obras o que posso eu dizer... O Auto da Barca é de linguagem rebuscada, mas que se adequa bem aos dias de hoje. A Iracema pra mim continua sendo uma safadinha, uma índia PIRIGUETE! Vidas Secas é tão seco que foi o que menos gostei, mas gostei. Já tinha lido, reli e a Baleia é a cachorra que ainda vou ter.
Em Capitães da Areia vi que não eram só marginais ali retratados, eram seres humanos e suas histórias, se há algo que eu prezo é história, sendo assim... Memórias me fez rir como há muito não ria, eu realmente achei que 'era no tempo do rei'. Fui na contra-mão em A Cidades e as Serras, enquanto todos se diziam aborrecidos e entediados como Jacinto na sua mansão, eu, a cada extenso parágrafo, ficava mais extasiado com tal livro. Machado é um gênio, não há o que dizer, fiz uma releitura crítica de Dom Casmurro e percebi que guardadas as devidas proporções eu me identifico um pouco com Bentinho. Mas algo me diz que Capitu é culpada. Em Antologia Poética, Vinícius, o poeta vagabundo, esfregou na minha cara o quão parecido comigo ele foi. Ao menos em sua poesia:
"De tudo, ao meu amor serei atento"

Descobri que amo estar apaixonado.



Depois de terem se passado 6 meses, 9 livros e tantos exercícios eu me vejo hoje melhor e 'mais crescido' para a vida e para a leitura. Redescobri o prazer que tenho em ler e em quão rápido engulo os livros. Sem contar as pessoas. As maravilhosas pessoas que passaram e me marcaram. Elas também tem sua parcela nesse crescimento. Quanto mais gente nova eu conheço, mais quero conhecer, mais sou apaixonado pelo mundo, mais acredito na virada da vida, mais HUMANO eu sou.

Sou, hoje, um apaixonado pela vida!

Obrigado Dona Fuvestina.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ilhota

Já se sentiu velho?

Ultimamente tenho me sentido assim. Isso tem cara de pessimismo, mas não é. Isso é fruto do constante contato com a geração posterior a minha. Sinto falta daquela vivacidade, 'estupidez' e inocência... Adoro minhas responsabilidades atuais, entretanto sinto uma ponta de inveja quando vejo os mais novos. Não se faça de imune, você também sente!

Minha maldição é perseguir meu porto-seguro. Quantas vezes já não atraquei minha nau capitânia em terras virgens achando que ali me redescobriria e enfim descansaria até o sono eterno. Bobagem... bulei de terra em terra sempre me encantando e achando que havia encontrado o meu Eldorado.

Naveguei durante uma tormenta e quando veio a bonança avistei uma Ilhota. Não dei a devida importância e segui meu astrolábio. Novamente encontrei uma terra e o encanto se passou, como todas as outras... mas sabe, aquela Ilhota... aquela bendita Ilhota me chamou. Fui. Ou melhor, estou indo.

A certeza absoluta de que é meu Eldorado eu não tenho. O que carrego é um sentimento e a intuição de que ali está o que eu quero, o que não quero e muito mais. Talvez para a Ilhota eu seja mais um idiota que navega sem rumo. Rumo certo eu não tenho mesmo, o que eu tenho é aquela Flor Roxa que nasce no coração dos Troxa.



Desculpem-me pelas rimas baratas e pela metáfora barata. Por trás disso tudo existe somente o que eu sinto, como em todos os meus textos. Isso é puro sentimento Ilhota. Na verdade, de ilhota você não tem nada, deveria ter dito que era um Continente... Mas acho que um Continente não teria o teu charme e beleza, Ilhota.


Ilhota, eu nem te conheço e veja já me arranca um texto, já me desperta sensações... Imagine se te conhecesse... Mas eu vou me acalmar, esse dia está perto!


"E ela me domina, no primeiro olhaar oooooooooow....''

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Caça

E quanto eu pisar lá e me sentir um Sangue Azul do Leste Europeu, prometo que vou te caçar! Não vou sugar teu sangue, mas sim tua atenção e se possível roubar teu coração.

Isso não é rima barata, é promessa!

"E ela me domina no primeiro olhar ooooooooh..."

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Odiar é fácil, Amar é único

Por que você não é simples? Da mesma forma que o Ódio; seco, duro, oco; hein Amor, por que não é?

És tão ardiloso! Aparece para nós em várias máscaras. Todas igualmente lindas e traiçoeiras. Há, por sorte, as mais recatadas que é o Amor de Sangue. Que é o sopro do filho ao dizer 'mamãe' e a resposta 'meu filho, meu amor'. Entretanto, não pense que esqueci das outras perigosas.

Vem em perfume, que impregna na carne e não sai. Tudo ao redor tem um único cheiro; Amor.
Vem com um olhar, que é um raio e te queima a retina. Tudo ao redor é a mesma imagem; Amor.
Vem com o som, que é uma hipnose e te enfeitiça. Tudo ao redor é a mesma voz; Amor.
Vem com um toque, que é a seda envolvente. Tudo ao redor é a mesma textura; Amor.
Vem com um beijo, que é a porta da paixão. Tudo ao redor tem um algo a mais; Amor.

E quando há de tudo ser juntado, tu vens sem piedade e por sofrimendo ou felicidade por pouco não rebenta a fibra do meu peito. Que a cada gesto alheio bate mais descompassado, sem rumo. Querendo apenas sentir um único cheiro; enxergar uma única imagem; ouvir uma única voz; tatear a mesma textura; beijar uma única boca.

Ahh Amor, se você fosse simples como o seco, duro, oco Ódio, você não seria único.

Talvez eu te ame Amor. Talvez eu esteja caindo novamente perante as tuas lindas e traiçoeiras máscaras. Talvez eu queira mesmo é cair.

Talvez... Talvez...


Amor.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Milagres

E essa Lua hoje hein? Um tempo bunda todo o fim de semana e logo no feriado, no último dia, essa Lua. Brincadeira?

Esse Solzão me fez lembrar do tempo em que eu era mais ativo. Não só eu neh, toda a mulecada aqui da rua. Do tempo em que jogar bola na rua, ou vazer uma 'mimosa' e alugar uma quadra, era o objetivo principal. Aii que saudade. Saudade do tempo de goleiro, do tempo dos 'milagres'. Quanta prepotência falar que fazia milagres, mas eu pegava muito. Saudade do tempo em que chutava os cones, que saudávamos 'A Barca'. De pegar cd's emprestados, ouvir Multishow todo dia, para achar bandas novas, sons novos. Saudade de rir, de ser livre sabe...

E tudo isso passou, mas faz quanto tempo? Três... Quatro anos no máximo... Parece que faz tanto tempo...

Hoje é tudo tão mecânico e automático. Não me queixo das minhas responsabilidades, adoro tê-las, entretanto tenho uma saudade enorme desses dias, desses momentos.

E é tão fácil de tudo isso voltar, nem que seja por um dia. Basta pegar os velhos quatro cones, delimitar o campo e contar os passos entre as traves. Os velhos companheiros e a velha rua estão lá. Basta querer.

O disfarce de Pagliuca e da dupla Blanco e Schelotto ainda dão pro gasto...

Vamo joga bola?

domingo, 6 de setembro de 2009

Obs.

Sonho: Manifestação do seu subconsciente.

Subconsciente: Conjunto de ações psíquicas que pode afetar a conduta do Consciente.

Ou seja, quando você sonha, seus desejos guardados no subconsciente afloram!

Sonhos

Sonhar é bom né? Sonhos e não pesadelos. Sonhar com seu amor. Não com a sua SOGRA.

O 'sonhar' que eu digo, é durante o sono, sonhar acordado é fantasia, ao menos no meu ponto de vista. A diferente entre um e outro depende da situação.

Ultimamente um tipo de sonho me persegue. "Perseguir" talvez não seja uma palavra adequada para esse sonho. Ela dá a impressão que os sonhos que tenho são ruins, entretanto eu lhe garanto que não são! Não pense você também que em minhas noites de descanso rolam verdadeiros Bacanais na minha mente. Longe disso, por favor.

É originário de um sentimento puro. Sentimento que vive na tênue linha do certo e do errado, da confiança e da quebra desta última. Ação que se não trabalha corretamente ou que não seja dosada sua intensidade, tem fins catastróficos para o meu lado social. Não, não são sonhos homosexuais. Não pense isso também.

Seria Amor ou só desejo? Difícil. Confuso. Só vivenciando para saber.

Fato é que meus últimos amores, eram todas minhas amigas.

Confuso, mas ainda assim eu Vivo a Vida!

Desaprendi

Eu nunca fui e nem pretendo ser um novo Machado de Assis. Nem acho que escrevo bem, escrevo porque gosto. Seja um bom texto ou um péssimo texto.

O problema é que de tempos pra cá, eu perdi essa vontade. Problemas e confusões sugaram toda minha vontade e ânsia por digitar. A preguiça e o pensamento negativo imperaram e eu não fiz nada contra. Fui extremamente passível. Atitude passível de tapas também, precisava de um estalo pra acordar... Por sorte, a vida me deu um descanso, permtiu que eu mesmo saísse dessa, já que ela adora enfiar a mão na minha cara e esfregar a verdade áspera na minha face.

A vontade de falar e por em letras as ideias que borbulhvam na minha mente foi maior. O ócio criativo fez-se presente em mim. Agora na medida do possível lhes apresento os novos textos, ideias e as tradicionais cusparadas de verdades ácidas. Não sou um formador de opinião, faço isso pois certas coisas são duras de engolir e digerir.

Obrigado!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Filho de peixe, peixinho é?

Bem, a máxima que carrega o título do texto não é aplicada em todos os casos. A menos que estejamos falando da corja do Planalto; como ACM e ACM Neto, José e Roseana Sarney, mas isso é assunto para textos posteriores.

Hoje fui à locadora. Estando lá dentro comecei a caçada a um filme descente. Não encontro mais um filme de ação que me satisfaça! Que saudade de "Duro de Matar"; "Máquina Mortífera"; enfim tantos outros, o negócio é que lá na locadora só tinha eu e mais duas meninolas. Confesso que por um momento agradeci aos céus pela oportunidade dada, mas bastou que uma abrisse AQUELA MALDIDA BOCA e meus agradecimentos foram retirados! Não vou citar as atrocidades ditas pelas 'musas', nem esmiuçar meu sentimento de repulsa que crescia por ambas. Porém enquanto eu me decidia entre os filmes, elas falavam algo sobre a Capricho, até ai pra mim... Em algum momento eu ouvi o sobrenome "Surita". Assustei! Pensei: "O Emílio na Capricho?!"

Pro meu azar elas se decidiram primeiro, ficaram na minha frente na fila pra locar. Só ai veio a 'explicação', elas disseram o nome Eduardo Surita. Ai imaginei que fosse o filho do Emílio, trabalhando na Capricho.

Confesso que a curiosidade foi forte. O oráculo google me disse que Eduardo Surita é realmente filho do Emílio. (oooooooooooh que descoberta hein?!) E disse mais, disse que ele tinha um blog no site da Capricho.

Filho da puta seja o gene que me deu essa bendita característica de 'curiosidade' aguda! Inferno!

Fui eu de gaiato no site, é isso ai, fui até o site da Capricho. Ainda assim acho o Gazetaesportiva.net mais elaborado... Bem, fui ver o blog do filho do Emílio.

Devia ter ficado sem visitar. Tirei por base o pai, achei que o menino tivesse puxado a sapiência do pai. Ao menos o humor, clássico do pai... É só um bloguinho onde ele posta fotos, escreve textos de cinco caracteres; detalhe: ele divide o blog com outros dois moleques que não lembro o nome e ainda assim tem 30 mil meninas atrás...

Se dúvida do que eu digo, vá lá. O nome do blog acho que é: Vida de menino/garoto.

Não espere nada demais.

Preparem-se, venho com mais críticas. Senti falta disso...

sábado, 1 de agosto de 2009

Incêndio

Não sei bem o motivo, mas de um tempos pra cá, só tenho escrito textos aos pares. Chegar a ser confuso e complicado pra mim. Eu nem acabei o primeiro texto e já estou pensando no que dizer no segundo. Nas construções, frases, jogos, humor. Não sou um gênio, nem um dualcore. É apenas um hobby, apenas um cérebro tão inteligente quanto um 'gênius'. Pelo fato de nossas infâncias não serem na década de 80 difcilmente você entenderá minha piadinha. Eu sei pelo fato de estar rodeado de gente nessa faixa etária muitas vezes. Além do mais, se você não sabe algo, é bom estudá-lo.

Que chavão bisonho. Lembra muito um professor meu, que no término das aulas se limita a dizer "Crianças... estudem!"

Retomando... Numa dessas geladas madrugadas a minha cabeça pegava fogo, faiscava. Entre tantas uma dessas fagulhas pulou do meu consciente e caiu na minha cama. A maldita fagulha pos fogo na minha cama. Aqui onde durmo, penso, sonho, desejo, rezo, escrevo, estudo, converso, me encontro... Queimava a cama, mas não a mim. Por que o berço de minha idéis e não a mim?

Impotente às chamas, recuei; sentei e fiquei a observar o fogo insaciável consumir a cama, o que faria? Mas, eu faria algo? Era tão cômodo não agir. Deixe que consuma, deixe que vire pó. "Do pó viemos, ao pó retornaremos!"

Sentado na janela observava as chamas, sem querer reagir.

- Que leve o que eu tenho! Aproveite e suba um pouco, consuma minhas lembranças nos livros ali na prateleira! Disse eu.

O fogo não subiu. Mas eu cai. Algo me empurrou da janela. Cai de cara na cama incendiada. Já disse, o fogo não me queimava, mas por que então minha cara ardia?

Era a vergonha. Vergonha de fracassado ou vergonha de alguem que é encorajado? Não sei. Talvez o segundo, mas no fundo mesmo, era só vergonha...

A mesma mão que me empurrou, foi a que me mostrou o caminho e disse: "vá em frente."

E eu estou indo, e por isso que voltei a escrever.

A fagulha tinha um nome: preguiça!

E a mão, tinha um nome? Tinha, só que prefiro não emlamear o seu nome nesses pântanos que são meus textos. Espero que ele entenda!

Cuidado com suas fagulhas.

Foto; repare

Você que le o que e escrevo aqui no blog, já reparou na foto. Na grande foto que tem na pagina inical?

Só eu sei o quão difícil foi achar uma foto que me satisfazesse. Incansáveis páginas de fotos google à fora; com inúmeros títulos diferentes. Até que achei essa, que eu quis muito que fosse real. Eu ainda quero que seja, almejo um dia ter minha biblioteca, ou algo menos grandioso, um simples escritório; com aguns pares de livros mesmo.

Como eu disse, queria que ela fosse real. Por pouco ela não transcende a virtualidade, ela mixa o que eu vivo, com a razão do nascimento do blog. Eu vivo numa casa com piso taqueado, aparentemente antiga e com ar interiorano ( o que não é bem verdade) e esses arquivos; mortos ou não; mostram que isto aqui nasceu para eu, seu criador, por pra fora tudo o que já se foi, mágoas, dores, alegrias, festas, vivência!

Aos que lêem eu digo, meus textos, por mais humildes que sejam, ultimamente andam abstratos demais, por vezes vagos. Onde, como por exemplo, uma foto vira tema central, já minha vida tema secundário, mero cenário que busca engrandecer o tema: a foto!

Aos que não gostam: desculpem-me, é apenas uma fase.

Aos que gostam: é pura tendência, tendência que tende a crescer.

Na dúvida aprecie.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"A crítca inspiradora"

Musa inspiradora pra que te quero? Se tenho tú, ó minha querida(?) Crítica inspiradora.

Sim, aquela única leitora de tudo que escrevo aqui. Aquela que chamo de "Morena". A única que lê, a única que critica, a única que me poem a escrever, melhorar(?), a única que tem importância (exagero?).

Há muito vinha querendo te imortalizar enquanto existir internet. Hoje consegui! Já que a fase é de textos sem muito sentido, que seja esse mais um. Um que eu fale, fale, fale e no final, que você goste. E por bondade divida, que você entenda, sem interpretações dúbias hein! (Será que é pedir demais?) HAHA

Desculpe Morena, não resisto.

Obrigado por me por pra frente, me empurrar escada abaixo. Que entre escoliações e fraturas da queda, me faz ter lampejos líricos e independendo dos traumas causados, me faz vir aqui; fazer com que isso não passe de um furor, de modinha.

Escreva aí no seu diário de princesa, se um dia eu conseguir algo na vida, te ofereço 15% de tudo. Mas lembre-se, você vai ter 100%, você diz que não, mas vai casar comigo. Eu sei que vai...

Morena, Morena... Tome juízo e me ouça mais, não sou Deus, mas sou quase um eu-lírico.

Morena, antes que eu me esqueça...

Obrigado e um beijo, do "Romeo"

domingo, 19 de julho de 2009

Risadinhas

"Como vai? Como vai vai vai? / Muito bem! Muito bem bem bem!"

E aquela velha cara de meretriz árabe ainda se mantém no pedestal neh? Tenho pena do seu círculo. O problema de ser amigo de um ator ou atriz, é que você não sabe quando ele está te enganando. Você só sabe quando você contracena com o atror ou atriz. Aí sim você saca todas as mentiras. Vê também, o quanto já foi ludibriado.

Ahhh mas isso é experiência de vida. Todos vamos passar por isso. Relaxe.

Dizem que "águas passadas não movem moinhos", e não movem mesmo. Entretanto, pra mim, me faz rir. Sádico, eu? Deixo isso aos cuidados do seu subconsciente.

Aproveitando os embalos dos ditos populares foi colocar mais alguns:

"Água mole em pedra dura, tanto bate até que CANSA"

"Um dia é da caça, o outro TAMBÉM"

"Diga-me com quem andas, que irei A PÉ"

"Antes só do que com uma BARANGA"

"Bebo porque é líquido, se fosse sólido come-lo-ia."

E assim vai, são tantos os ditos...

Uma última observação.

Como disse o velho novo de novo amigo: "Que o apelido dele sejá 'Tripé' e te rasgue por inteiro."

E tenho dito!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Enfim em paz

Domingo próximo completam duas semanas de uma das maiores surpresas na minha vida.

Era domingão, nublado, tempo fresco. Não tinha F-1 pra que acordar antes das 10? Eram por volta das 11:30, eu levantei, nem o pijama tirei. Fui direto pra cozinha tomar café. Nem deu tempo de eu passar a manteiga no pão e o maldito telefone 'grita'. Ao atender o telefone e a pessoa se identificar e dizer o motivo da ligação, eu fiquei paralisado. Não conseguia nem ouvir o que a TV dizia, parece que o mundo se resumia ao telefonema. Após inúmeros balbuceios de minha parte e várias indagações eu fiquei mais pasmo com a frase: "Posso ir ai". A resposta "sim" saiu com uma naturalidade que eu não podia crer.

Me troquei, os minutos de espera pra mim foram meses. Aqueles mesmos meses que eu tinha passado. Daqueles sentimentos que iam da raiva à dor.

Não vou dizer quem era, nem o que queria, muito menos os conteúdos conversados. Basta que saibam que ao fim ou ao início mesmo, eu senti que um grande peso saia de mim. Que bom poder respirar novamente sem aquele incômodo. Que bom estar em paz consigo mesmo e com o próximo.

Me senti feliz, renovado. É bom falar e te entenderem. É bom ouvir e compreender tudo agora. Sim agora tudo faz sentido. Agora todas as máscaras caíram e pode-se ver quem é quem. Demorou, mas a verdade foi mostrada. Os criminosos culpados e condenados e os inocentes libertados dos crimes que não cometeram.

Do Choque eu fui ao Êxtase. Já se foram quase duas semanas, é claro que aquele furor já passou. Porém a situação é completamente diferente e isso sim é o que faz a diferença.

Estou muito mais feliz hoje, muito mais tranquilo. Não tenho mais nenhuma dívida séria para pagar. Posso andar calmamente. Pasmem vocês, é verdade. As férias chegaram, então vou juntar minha vida e por enquanto, só por esses momentos, vou me deitar à sombra de uma árvore e sonhar um pouco. Nem que seja um sonho apenas, mas vou sonhar.

Obrigado por ter voltado.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Efemeridade

Já pararam pra pensar em como tudo na vida é efêmero? Desde o pãozinho que você come no café (no meu caso, ele não dura mais de três minutos, após eu vê-lo), até o dia que você está vivendo. Poxa, se analisarmos, o tempo "presente" não existe, pois se você disse "agora é o presente", antes de terminar a frase o relógio já girou, e a frase é no passado. Confuso não?

E no cursinho então? Tirando aquela "nata" nojenta de pessoas, que não merecem a atenção nem de um verme, existem aqueles que podemos dizer de colegas. Para os acostumados ao cursinho, acho que o fato de pessoas saírem 'do nada' é costumeiro, mas eu fui pego de calças curtas. Aquela frase "torce por mim, se eu passar na *****, amanhã é meu último dia", foi um misto de pensamento positivo com um negativo.

E passou mesmo! Último dia. Tristeza. As aulas foram comuns, as piadas também. Os risos pouco mudaram, os cortes, as clássicas frases, tudo igual, como mais um dia comum, mas era o último e FOI o último. A despedida por sorte ou azar foi bem direta, "falou aê, tudo de bom. Boa sorte. A gente se vê um dia."

Acho que me apego fácil a determinadas pessoas.

O dia hoje foi chato. Sozinho, mal amado eu? Às vezes... Tenho que concordar com você menina. (não falo teu nome pra não te expor, mas se você ler, SÓ você vai entender.)

Os comentários e as piadas, pouca graça tinham. Me assustei, me peguei falando sozinho umas cinco vezes. É o vício.

Mas as férias batem a porta, o tempo cuida de assentar tudo isso. A poeira baixa e rapidamente eu me embrenho em outra... 'situação'.


Só quero que lembrem e não que sintam como eu senti, tudo na vida é efêmero. Saibam disso e lembrem-se disso. Afinal algum dia você pode ouvir "Amanha é meu último dia." ou pior, não ouvir e ser o último dia.

sábado, 27 de junho de 2009

Aquele Perfume

Hoje eu acabei de entrar no ônibus e senti novamente aquele perfume. Não aqueeeeeele perfume, apenas aquele, diferente dos outros. Rapidamente, como é de prache, minha mente traz à tona tudo aquilo que eu já tinha guardado. Todos aqueles erros e mancadas que eu preferiria não ter lembrado. Não hoje, hoje que é dia de festa.

Entretanto eu lembrei, lembrei tudo o que tinha enterrado por duas vezes. Todas as boas sensações e as vexatórias também. Por infelicidade e sorte foram rápidas, das duas vezes. Da mesma forma simples que surgiram, foram embora. Dizem que errar é humano, duas vezes é burrice. Será que fui burro então? Acho que não, por mais indevido que eu tivesse sido, faria de novo.

Fui obrigado a refletir. Maldita fase líriaca e autocrítica que me meti. Um inferno, que faz você parar e analisar cada ponto ou fase da sua vida, que pipoca na sua mente. Até certo ponto é bom, você aprende muito com seu passado. Mas chega uma hora que cansa, mas não consigo parar.

Será que isso é bom? Como quase tudo na vida, esse hábito tem suas duas faces.

Ainda bem que a viagem era curta. Logo saltei do ônibus e aquele perfume eu esqueci. Com ele, esqueci também os pensamentos e a autocrítica. Pronto o descanso mental veio. Por sorte agora posso descansar. Mas até quando?


domingo, 21 de junho de 2009

Dica pra você

Quando for de madrugada você estiver com seus amigos no vagão do metro, em hipótese alguma corra no sentido contrário ao que o metrô anda. Caso você faça isso as chances de você não conseguir parar de correr quando o fim do vagão chegar são de 102%. Sendo assim, você vai bater a cara na parede do vagão, ficar com o queixo inchado e após isso se estabacar no chão. É aconselhável também que você não tente se dependurar completamente nas barras de cima, você pode cair novamente ao chão. Por fim também não é de bom tom tentar descer escada rolante que sobe. Começar a descer é fácil, o problema é o início, lá embaixo. Quando pisar lá, as chances de você cair de boca no chão são de 87%

Sendo assim, cuidado ao entrar em um vagão do metrô vazio. Pois ele te tenta a fazer tudo isso.


=D

Valhe mesmo a pena?

Essa noite eu não durmi. Virei, só fui dormir hoje, quando cheguei em casa e após a corrida. Durante a noite que passei em claro, eu tive algumas brisas. Me desliguei e fiquei pensando no quanto eu tenho corrido. Tô meio cansado sabe?

Tenho corrido atrás dos meus objetivos, dos meus anseios. Só que às vezes você precisa avaliar o custo-benefício desse desejo. Afinal, fazer um esforço Homérico por conta de uma amenidade, é perda de tempo. É como comprar um Armani pra ir à padaria. E nessa noite eu coloquei quase tudo na balança. Muitas coisas você não precisa nem de meio segundo pra saber que você não PODE abrir mão. Já outras...

Eu já corri mais de duas Maratonas e nada. Já movi montes de lugar. Já movi o INFERNO de lugar e continuo na mesma, cansou. Mas sabe qual o problema? Certas coisas te CHAMAM. Não é loucura, certas coisas parecem ter voz própria e te chamam cada vez mais pra dentro delas. Dão a intender que o alcançar o meu objetivo é simples, doce ilusão. E pra piorar, só escolho as coisas mais difíceis. Por mais que eu goste de atalhos, dicas e facilidades eu só caio nas complicações.

O que me anima, é que às vezes eu consigo, mesmo sendo difícil. ( =D ) Mas isso é como se fosse mais um 'conto do vigário'. Só serve pra te entreter enquanto te engana. Essa reflexão de ontem me ajudou. Muitas coisas eu vi que to fazendo de bobo, não havia necessidade. Estou menos carregado agora. Isso é tão confortante e importante por que nessa fase da vida e do ano, tudo o que eu preciso é calma e tranquilidade pra trabalhar.

Independente do que eu almejar, do que eu quiser sendo difícil ou não. Eu não vou desistir.


I va avea câştig.

sábado, 13 de junho de 2009

12 de Junho

Ho ho ho Feliz Natal... Porra! Data errada...

Então chegou esse dia malandro. Por sorte veio e já foi. Mais uma data puramente de varejo! Que serve pra fazer a festa da Cacau Show e mais um monte de loja de roupa e aquela floricultura de porta-de-cemitério bombar.

12 de junho.... Pra mim já bastaria ser o aniversário do meu tio e da minha cunhada. Seria ótimo também se fosse visto como a Independência da Rússia, mas não! Enfiaram mais um dia pra se comprar.

Sei lá viu, eu sou meio suspeito pra falar dessa data. Nunca passei acompanhado o famigerado dia. Pra mim é mais um dia comum. A primeira vez que me dei conta dessa data, eu estava fazendo uma prova de treineiro na GV. Domingão o céu azul, lindo dia, e eu fazendo prova ¬¬

Isso foi em 2005. Em 2006, 2007 eu nem lembro o que eu fiz e se fiz algo. Em 2008, ahhh 2008... que saudade. Tinha juntado uma grana ferrada. Ia torrar tudo nessa data. Mããããããããs a vida é uma caixinha de surpresas (no meu caso eu acho que está mais para um conteiner :S), então pouco tempo antes dessa data eu tomei um cano. Sofrimentos à parte, eu me vi com quase DUZENTOS MANOGOS para serem gastos. E gastei, cada centavo, das mais fúteis, as mais cultas bugigangas.

Sei lá, pode até ser que eu guarde mágoa da data, será? Acho que não, acho que tenho mais raiva mesmo desse medo que as pessoas têm de arriscar, de sair da mesmisse. É uma data legal, você vai lá compra seu presentinho pro seu amor, fala umas mentiras, digo, palavras doces e pimpa, com sorte termina em sexo! É uma data legal.

Hoje foi o dia perfeito pra esta data. Sexta-feira pós feriado e mó friaaaaaaca velho. Saindo do cursinho, ali no Tatuapé, eu vi cada casal... Cada casal que ria, pra não chorar, pois com esse frio se eu chorasse, congelava! Tadinhos, como sou mal. Cada um é feliz com aquilo que pode, eu que o diga...

Por fim, quero que saibam que não sou um anti-consumista ou um solteirão mal-comido. Pelo contrário, só não sou um consumista compulsivo, porque sou pobre e só não dei presentes hoje, porque não tenho namorada e minhas amigas eu não pudê ver. Eu só não podia deixar de escrever algo sobre essa data, que querendo eu ou não mexe conosco. Pra bem ou pra mal, mas mexe.

À todos vocês, comprometidos ou não, Feliz Dia dos Namorados.



"O amor não passa de uma asneira cometida por duas pessoas" - Napoleão Bonaparte

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Desabafo

Eu NUNCA usei de você, Cheiro de Mofo, para reclamar, dizer verdades duras, cuspir certas coisas que estavam na garganta. Infelizmiente esse dia chegou, não aguento mais, preciso fazer isso. Me desculpe.

Cansei. Cansei de me dobrar, de me esquivar, empurrar e tentar me encaixar. Pra quê? O que eu ganhei com tudo isso? Parece que nada; lembra o sapateado, você dança, dança, dança, bate o pé, roda e no fim continua no mesmo lugar.

Cansei. Cansei de falar e não ser ouvido. Não falei coisas pedindo perdão ou compaixão. Falei em prol de terceiros, quarto e até quintos, mas parece que não funciona. Pra quê levar a sério? Ahhhh então engula a angustia e siga em frente. Não nego uma palavra, mas que ela seja levada a sério, que ela seja posta na balança ao menos.

Canse. Cansei de mim, preciso crescer, aprender mais. Sede de conhecimento e coisas novas. Não tô afim de me enviar em mil e uma aventuras espetaculares que até o Capeta duvida. Eu sei o que fazer, está na hora de eu acrescentar um pouco mais àquilo que sei. Isso é ciclíco, a cada volta aumenta um pouco mais, chegou a hora de novamente aumentar. Sei que posso isso e VAI ser isso. Certas coisas vou mudar, não sou mais o filho da minha mãe. Sou aquilo que quero ser, a educação e a base moral são as mesmas, porém a crítica e o ponto de vista são outros e sempre ajustáveis.

Mais um no meio da multidão; o mais um que melhora e muda a vida. Quer mudar? Me dê sua mão vamos juntos, não somos nada, juntos somos tudo!

Cansei. Vou parar um pouco, sentar nessa pedra e ver a vista aqui do topo da serra. Abrir a porta do carro à sombra de uma árvore, por uma música, mas qual? Qual vai me dar mais ânimo pra depois eu me levantar e sair por aí, renovado e com mais bagagem? Não sei, são tantas. Mas talvez a favorita dentre as minhas dúvidas seja aquela que tocava todos os domingos de manhã...

São só hipóteses, mas eu mudei!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Seu nome basta

Fazia tempo que eu queria falar sobre Você, escrever sobre Você. mas não consigo! As palavras me fogem! Como posso sentir falta de algo que nunca vivi? Por que tudo que envolve Você mexe comigo, me sensibiliza? Por que choro por Você? Porque... Como... Agora, até as peguntas me fogem...

Nunca Te conheci, nunca vibrei junto a Você ou Lhe dei a mão, mas ainda sim, Você é meu melhor amigo!

Um dos únicos que eu ouço, aquele que me faz crescer sempre! Cada vez que Te ouço, que eu entro em contato com Você, é um degrau que subo. Você me ajudou muito e vai continuar ajudando, não vai?

Obrigado por estar ao meu lado, espero que goste do que eu fiz, dei o meu melhor. Não vou citar Seu nome, afinal Você e eu sabemos qual é ele. Isso é uma relação interpessoal, Você e eu.

Sinto Sua falta aos Domingos... Segundas... Terças... Quartas... Quintas... Sextas... Sábados... TODOS os dias, sem exceção.


Sem exceção também, eu Te sinto ao meu lado, obrigado!


Obrigado por ser meu meu espelho, por ser meu Ídolo.

Tio Fê

Hoje precisei ir na farmácia. Por preguiça de por muitas roupas acabei indo de bermuda, blusa e chinelo, tá idaí? Daí que quando eu enfiei a mão no bolso da bermuda eu voltei com a mão cheia de areia. Antes que eu pudesse xingar tudo ao meu redor eu tentei me lembrar: quando foi que usei isso pela última vez? De bandeja veio a resposta: PRAIA.

Claro, se tem areia no bolso, só pode ser da praia. E foi la mesmo, fui, voltei, lavei e a areia continuou no bolso, coisa do demo! Acabei sentando na cama e me coloquei a pensar naqueles dias.

Foi no Carnaval, sabe aquela semana em que o país pára para cantar, pular, fornicar, fazer coisas que até o Demo duvida? Então, foi nessa semana ai, fui pra praia com meu irmão, minha cunhada, meu primo e um casal amigo nosso com dois pentelhos.

O que eu fiz lá não interessa, me limito a dizer que foi muito bom. Porém houve uma situação que me marcou muito, foi algo que pareceu rotineiro à um dos pentelhos, mas me marcou, me senti diferente. Vou contar o que houve.

Em um dos dias que estivemos lá, como é lei fomos à praia. Os dois moleques não davam sossego, fiquei com dó da mãe, amiga nossa, e resolvi ir jogar bola com eles. Depois de um tempo um saiu. Mas continuei lá. Os garotos eram pequenos, deviam ter seus 7, 8 anos. Mal sabem jogar bola, e foi nessas que um deles me falou: "Nossa TIO FÊ, você joga bem, me ensina?"...

Será que você, que está lendo, conseguiu sentir o peso da frase? Assim, eu nem 18 anos tinha, já era chamado de 'tio' e ia transmitir uma experiência. Foi uma sensação ímpar, me senti tão decisivo, tão mais velho. Uma velhice não aquela que beira a cova, mas uma velhice em que você é procurado pra passar algo à alguém. Que formidável! O garoto ouvia o que eu dizia com uma atenção, que eu nunca havia visto, repetia o que eu fazia, tentava imitar... fantástico!

Eu não sou um Pelé da bola, nem um Freud. Mas aquilo, aqueles momentos ali, eu juro que não esqueço. Eu fiquei velho, porque me senti seguro, me senti maturo, me senti prestativo. A ânsia de ser tio realmente foi aumentada.

Espero um dia, poder fazer isso e muito mais. Sentir essa sensação de novo e outras melhores. Mas essa primeira ocorrência, nessas situações, eu não esqueço.

Obrigado pentelho, você me fez crescer ;)

sábado, 30 de maio de 2009

Deixe-me ler Dona Fuvestina!


(Antes de começar a ler meu desabafo, gostaria que soubesse quem eu sou. Meu nome é Paolo, moro no Complexo Piratininga. Local procurado por muitos, porém aqui vale a lei do “olho por olho e dente por dente”, esteja preparado se vier para cá. Por ser um gigantesco Complexo, além do Síndico temos outros cargos como a Coordenação de Cultura e Lazer, justamente é nele que eu foco meu desabafo.

Obrigado,
Paolo, 02 de Novembro de ...)




A situação aqui no Complexo Piratininga esta cada dia pior. Sempre gostei de ler, eu e meus amigos na verdade, mas ultimamente nós não conseguimos mais praticar nossas livres leituras, ver nossos filmes. Uma tal de Dona Fuvestina, a nova coordenadora de cultura e lazer do Complexo, nos restringiu o que ler. Não que não possamos ler o que queremos, poder até podemos, mas por acaso sobra tempo? Claro que não!


Ela nos enfiou goela abaixo uns livros fora de nosso contexto. Tinha um falando de dois barcos com almas penadas, que tenho haver eu com isso? Já morreram mesmo... Tinha outro falando de uma índia virgem... Índia virgem? Todos andam nus por lá, como pode ser virgem? Se hoje em dia, com roupas, é difícil achar uma virgem, pense só todos nus.


Agora a coisa fica mais paranóica, tem um que é de um maluco obsessivo que de quase Padre, quase matou o filho e mandou a mulher pra longe. O outro é um playboy que simplesmente do nada, cansou da vida boêmia e se apaixonou pelo campo e pela vida simples. Pode isso? Trocar grana por capim? Só pra ficar melhor, esse último as personagens não falam, grunhem. Sem contar que até a cachorra sertaneja tem seu ponto de vista mostrado. A cachorra ia achar o que de tudo aquilo? Loucura...

Não disse que era paranóico?


Por fim, tem uns razoáveis. Aqueles dos pequenos traficantezinhos, uns marginais de beira de praia. Outro em que Outro em que as pessoas vivem num muquifo em grandes Complexos, onde todos tem seu peso na vida do próximo. O melhorzinho, mais engraçado também, é o que fala de um safado e de uma safada. Desses dois nasce um filho mais safado ainda. Outro marginalzinho. Mas pelo menos ali a vida é nua e crua, sem viagens.


Só pra finalizar, mesmo! O último é de um cara, um músico, que resolveu escrever. Dizem que ele é um poeta, eu não sou muito chegado na música dele, que dirá nos ‘poemas".


Apesar de tudo isso, meu tio disse que eu não devia reclamar. Ele me contou que quando ele era moço que nem eu, a Coordenadora de Cultura e Lazer era uma tal de Dona Ditadura. Não, não é Dentadura é DITADURA. Não confunda, a velha já morreu, dizem que é pecado zombar dos mortos.


Meu tio disse que na época dele, pra se ler um livro tinha que passar pelo crivo da Dona Ditadura, e olha que ela fazia uma vista grossa. Filmes então..., era preferível nem se dar ao trabalho de ir lá mostrar à ela. Tudo não podia, era impróprio. Dizem que depois de tanta macumba que fizeram a velha morreu! A Ditadura foi ‘pros quinto dos inferno’.


Hoje podemos ler e ver o que quisermos, não podemos reclamar muito se compararmos o nosso passado. Agora, que ficar concentrado nesse monte de livro cafona da Dona Fuvestina cansa, e cansa MUITO.


Foi só um desabafo, espero que isso não caia em mãos erradas. Vai que a velha me caça. Se bem que ela não é tão velha, podia mudar um pouco. Mas isso é só sonho por enquanto, quem sabe daqui uns anos, quem sabe...?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Crise da "meia" idade

Esse fim de semana, ao menos pra mim, foi agradável. Fiquei entre amigos, ri, falei merda, conversamos, enfim, N coisas. O que mais me chamou a atenção foi uma conversa que brotou. Uma espécie de crise da "meia" idade, aos 18 anos.

Nem eu e nem os demais participantes da conversa tivemos uma vida digamos, 'baladeira'. Não temos e não tivemos o hábitos de sair pras 'balada', de pegar muitas menininhas, de beber por demais, enfim, uma vida quase boêmia. Então surgiu a dúvida: "E se tivéssemos agido assim?".

Mais uma vez o "se" entrou em ação, mas dessa vez com um peso maior de dúvida e talvez com um pouco de pesar também, afinal já nos encontramos numa fase adulta ou quase. Já que esses hábitos são menos frequentes, ou seja, a dúvida do "se" veio junto com a frase "nossa fase já foi".

Aquela sensação de que o nosso tempo já foi, que agora você olha pra frente e vê o quê? Estudo, trabalho e N outras variantes. Teríamos sido pessoas melhores ou piores com a vida boêmia? Por que não optamos por ela? Vamos tentar uma vez? Será que ainda dá tempo?

Dúvidas pipocaram e pipocam ainda em minha cabeça, eu tenho minhas convicções e acho que ainda temos tempo sim, para ao menos experimentar esse tipo de vida. Tardiamente? Sim, mas é o que podemos fazer. Por sorte, no fim da conversa chegamos há um ponto mais confortável, menos desesperador. Aquele sentimento de efemeridade foi deixado um pouco de lado.

A certeza de que somos felizes com nossos modos de vida, que somos felizes por termos sempre uns aos outros e de que não importa o quanto nos vemos, mas que sempre que nos vemos é algo tão intenso, tão diferente de tudo, sensação ímpar de todas as outras, isso foi o que me fez deitar e dormir. Dormir sem ficar encanado, seguir adiante. Eu e meu jeito de viver.

Fernando Dizzio way of life?

sábado, 23 de maio de 2009

Corpo Fechado

Por que as pessoas ultimamente são tão fechada? Não se dão uma chance, não arriscam, não experimentam, não tentam. Será que aquele ditado conservador "Mais vale um pássaro na mão do que dois voando", tomou conta das pessoas. Não recrimino o dito popular por completo, em alguns casos de fato é melhor ser mais conservador, mas já em outros, se você não arriscar, não se der uma chance a vida não segue.

Tem tanta gente por aí que fica resmungante, chiando pelos cantos. Por N motivos, escola, estudo, amor ou a falta dele, enfim... Poxa, se dê uma chance, se perdoe ao menos uma vez, desligue-se. Não vai por esse dia que você se deu ao luxo de não fazer nada, que você não passará no vestiba, nem vai ser por ele que o teu amor vai acabar com você, mas pode ser nesse dia que você ache o ponto de equilíbrio para as coisas e quem sabe não ache o que procura.

Sei que as coisas todas são relativas, porém vestir uma armadura não ajudará em nada. Pior são aqueles que recusam o que lhes é oferecido. Não é nada imoral, muito menos falso, a oportunidade está ali, foi-lhes entregue, mas recusam, afastam-se. Começam a ter devaneios sobre o que lhes foi proposto: "e se isso for mentira...", "e se não foi bem isso...", " e se...". Isso foi apenas uma ajuda, estenderam-lhes a mão, oferecendo ajuda, aceite! Caso recuse, por favor, não volte a reclamar.

As pessoas podem recusar ofertas por vários motivos, então será que era isso mesmo que elas queriam? Ou será que era sonho? Sonhar todos podem e devem! Porém é preciso sonhar racionalmente. Sonhe com o possível, não fique devaneando muito.

Você deve ter certeza daquilo que procura, deve estar sempre aberto à tudo que for novo, ouça primeiro, escute, aprenda, se for precio experimente, depois pense, julge e por final dê seu veredito. Nem tudo é o que parece. Aprenda, você é um eterno aprendiz.

Ajude-se, eu estou lhe dando a minha mão.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O fim da Imprensa Escrita?

Esses dias eu me peguei pensando nesse blog que eu fiz. Juntei com uma pesquisa feita por mim e um complemento que foi dado pelo meu professor de geografia, o Tom. Todos esses fatos, mais a enormidade de notícias que pipocam na internet eu vislumbrei um sonho antigo: O fim da VEJA.

Sim, por que tudo isso vem aos poucos sufocando e deixando de lado o bom e velho jornal ou a própria revista. Claro que o volume de compras dos dois veículos ainda é altíssimo, entretanto cada vez mais as pessoas preferem ler e se informar no seu escritório ou em sua própria casa. Cada vez mais a notícia vai se virtualizando.

Seria MA RA VI LHO SO se aquilo que chamam de revista, a Veja, acabasse, sumisse, passassem uma borracha e dissessem que aquilo havia sido um engano. Sim esse é um parágrafo onde eu descarrego toda a minha repulsa por essa 'revista'. Ela é tão tendenciosa, tão imparcial. Jesus! E pra piorar é uma imparcialidade incoerente. O grande problema é que o número de leitores é grande, ainda por cima eu não sei o que ela tem que os vestibulares ADORAM tirar trechos dessa 'coisa'. Eu não sou O Fodão, mas acho a Veja tão ridícula. As pessoas que são leitores, me desculpem, não é nada pessoal. É apenas uma indignação minha perante a revista.

Sumindo ou não a Veja, o meu enfoque se prende no contexto geral. Existem tantos outros jornais ou revistas de conteúdo ímpar, que também acabariam por perder seu prestígio ou pior, como tudo que é bom, sumiria.

Eu honestamente não sei até onde um veículo de informação é melhor que o outro, cada qual tem seu gosto. O fato consumado mesmo, é que a cada dia a Internet alça vôos mais distantes, abrangendo mundos como o da TV e da imprensa escrita. Ainda não tive tempo de avaliar como vai ser depois que internet monopolizar esses meios, quando ela englobar.

Quando esse cúmulo do engocentrismo acontecer, onde tudo girará entorno da internet eu espero estar bem longe. Não sei se no meio do mato ou nos jardins do Éden. Só sei que não quero estar aqui.

Isso tudo foi uma viagem minha? Não sei, isso você é quem sabe. A sorte está lançada e fica dada a dica.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Papo Animal


Você tem cachorro? Bem, eu tenho um. Sabe aqueles salsichão? Então, daquela raça. O nome é Dauchound, nem Deus consegue pronunciar isso corretamente. O nome dele é Bob, acho que tem uns 8 anos... Mas até agora você não me respondeu, tem ou tem um cachorro? Se você não tem, que pena, mas continue lendo =D; se você tem, que bom! Quero ver agora se você faz o que faço (calma, não se assustem).

Você conversa com ele? É sério, bate um papo, pergunta a opinião dele. Discute, ouve o que eles pensam sobre o assunto, fazem isso? Ou só sou eu o MALUCO que faz? Mas sabia que esse meu saco de pulgas já me ajudou bastante? É verdade. O safado tem as respostas corretas, incrível... Ou pelo menos me induz a achar que elas são as corretas. O mais intrigante, é que escutando o que ele me respondeu, eu ainda não quebrei a cara!!! =O


Algumas vezes, quem vem atrás de papo é ele. Ele sobe as escadas arranha a porta do meu quarto e me acorda. Sem cerimônia nenhuma e sem pedir permissão ele pula na minha cama e deita. Ele faz isso geralmente aos domingos, que não tem corrida de F1.

(obs: Para os mais nojentos eu informo: ele toma banho uma vez por semana, e raramente sai à rua)

Como eu ainda sinto sono, me deito também. Como eu não consigo pegar no sono novamente, por conta daquele peso do meu lado, eu abro a janela e fico sentado olhando pra ele. E ai começa a conversa. Vou falando, ele vai ouvindo. As respostas variam. Se ele acha que aquilo é besteira, ele vira a cara e olha pra fora. Se ele não gosta muito do que ouve, desvia o olhar e fica inquieto. Quando acha que fiz certo, apenas uma patada, e se deita.

Só pra somar, eu ainda tomo bronca, algumas vezes ele simplesmente se levanta e sai, e eu fico lá com cara de tacho. Até meu cachorro se irritou. Parece viagem demais, viadagem demais, loucura demais, carência demais. Mas poxa, tem gente que fala com planta, ou fala SOZINHO. Então não me taxe de nada, por favor.

Não ignore teu cachorro. Esteja certo, que ele é um dos teus grandes amigos. Ele pode não entender uma palavra sua, mas concerteza entende o sentimento com que você fala.

Bata um papo com teu cachorro. Garanto que dá resultado.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Efeito Bumerangue


Tenho certeza que pelo menos alguns de vocês já passaram por isso, ou pior, foram protagonistas desse Efeito. Em todos casos é ruim, porém quem é vítima do Efeito, sente primeiro a tristeza, a saudade. Já quem é o protagonista, sente e sente de forma mais dura e intensa após se livrar da pessoa causadora do Efeito. Confuso? Calma que já te esclareço.

Já viram a comunidade "FUDEU, meu amigo(a) ta namorando!!!", já? Bem, é por aí a linha de raciocínio do Efeito Bumerangue. Por que o pessoa simplesmente se afasta dos amigos, dos amigos-irmãos. Muitas vezes, muda também o jeito de agir, se torna alguém irreconhecível, só pra não desagradar 'o amor de sua vida'.


No começo é tudo beleza, ele nem se dá por conta que mudou, aí quando começa a ouvir reclamações o clima fica tenso. Vira um verdadeiro angu de caroço. A pessoa briga com os amigos, depois só pra ficar 'mais' contente, briga com o 'amor'. Vira uma bola de neve, empurrando sempre as brigas e as reclamações com a barriga.


Só que aí muda a coisa, quem é que dificilmente diz, 'pode contar comigo SEMPRE'? Teus amigos, então, pra mim, são nesses daí que você tem que confiar mesmo. Depois te tandas brigas, eles compreendem sua escolha, na verdade eles reclamam menos. Porém, as brigas com o seu 'amor' não páram, aí o que você faz? Corre e debafa com os amigos, e fica nessa, briga lá, chora cá e só sabe vir pra chorar mesmo.


E quando tudo termina? Adivinha só quem é que te dá força pra seguir adiante? CHUTA...
Nem preciso responder. No fim das contas esse Efeito Bumerangue fere tanta gente! Quando mais longa a volta do Bumerangue, maior a dor. Todos sofrem. O bom é que isso só dá mais força pra amizade. Faz com que você seja apresentado de novo a realidade.

Ame mais à quem lhe oferece a mão, e não à quem lhe oferece presentes, promessas.

Um Sorriso


(Você não tem obrigação nenhuma de saber inglês. Como sou um cara consciente disso, vou lhe dizer, skill = habilidades)

Sabe quando você já acorda com sono? É sério, acorda cansado, sei lá, meio emburrado com a vida. Cansado de você falar e as pessoas não mostrarem nenhuma reação ao que você fala. Elas podem até te dar atenção, mas parece que pra elas o que você fala, o que você conta é algo neutro, indiferente. Já se sentiram assim? Isso é tão desanimardor.

O negócio tava feio mesmo, nem meu cachorro tava me olhando direito. Obedecer ele nunca obedeceu, mas ao menos olhava pra mim quando nós batíamos um papo. Isso parece coisa de lunático, mas não é. Nem assistir ao Globo Esporte ou o Jogo Aberto e ouvir que o Corinthians tinha dado dois bailes de futebol no Santos tavam me deixando animado. Tive até que ouvir que só pelo fato de eu estar de 'cabeça inchada' eu era negativo demais (exagero). Tive que adurar muitas coisas desse nipe também, mas o que eu constatei é que muita vezes você atrai o que sente.

Pra sair dessa situação ou depende de você ou depende de algo externo. No meu caso foi algo externo. Precisava ver um sorriso, expressões faciais. Cansei de ver 'bonecos de cera' a minha volta. Por sorte achei um sorriso, mesmo que envergonhado, mas ainda assim era um sorrio. Foi o que precisava! Mudei, apartir daí as mácaras caíram, muita gente se afastou, ou melhor eu fiz questão de afastar. Chega daquela fase de 'bonecos de cera'.

Agora é só sorrisos, brincadeiras... Se tenho preocupações? Claro que tenho. Mas nem por isso deixo que elas tomem conta do meu humor. Como disse, o humor é MEU e não delas.

E pensar que isso começou com um sorriso. Um sorriso faz muita diferença, TODA a diferença.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Você sabe o que é: "Estar em estado de graça" ?


Fiquei puto, procurei em tudo quanto foi site, procurei em dicionários de expressões, falei com professores e nenhum desses meios foi capaz de descrever corretamente o que é "estar em estado de graça". Nenhuma descrição me agradou, achei tão superficial, crua às vezes. Decidi então tentar eu mesmo descrever.
Quem sabe você não se encaixa no perfil e descobre por fim que já esteve ou está em 'estado de graça'.
Acho que primeira vez que me senti assim, foi no meu 1º ano do colegial. Quem era aquela que apresentava a escola pros meus pais? O que ela disse mesmo durante todo o roteiro? Eu só prestei atenção nas feções dela, não ouvi uma sequer palavra que ela disse, exagero? Não é não. Isso tem outro nome... Mas outro dia eu me aprofundo mais nisso.
A segunda vez (e a mais duradoura), foi no 3º ano do colegial. Pra ser mais exato, no começo do fim do daquele ano. É confuso, mas é verdade. Pessoas novas foram pipocando, sim pipocando. Por que praticamente caiam, ou pulavam na minha frente. Descobri coisas fantásticas, ri como nunca, me diverti. Isso sem contar os velhos amigos. Poxa, deu pra recompensar todo o tempo perdido. Acho que a única vez que eu gostei de correr atrás de algo, foi nessa época.

Hoje, todos seguiram rumos diferentes, como diria o poeta "cada um no seu quadrado". O mais fantástico é que, ao contrário do que eu pensava, todos os vínculos recentes foram mantidos e estreitados. Isso foi o que mais me surpreendeu e me alavancou novamente, me mantendo em 'estado de graça'. O velhos amigos? Vão maravilhosamente bem, obrigado.
Já sacou o que é 'estado de graça'? Se sim, poxa, que bom fico contente, mas se ainda não entendeu, eu talvez posso te ajudar, talvez não. Porém lhe vendo um conselho: corra atrás do que mais lhe faz falta. Ria. Brinque, em alguns casos seja bobo, mas com moderação. No fim do dia, quando você deitar com a cabeça no travesseiro, suspirar e abrir um sorriso, ai sim você vai estar em 'estado de graça'.

Estrada da Vida


Hoje eu encontrei uma foto sua... Daquele tradicional estilão seu: sorriso de canto de boca, discreto, rosto fixo, poucas expressões, bem concentrado no que faz.

Mais do que rapidamente me peguei pensando no passado. No tempo em que era tão mais fácil de ser vivido, não que eu não goste da minha vida de hoje, mas aquela época era tão menos complexo, tão melhor o convívio. Deu pra lembrar de tudo o que ocorreu, momentos bons, risadas, apostas, conversas, ajudas. Pura camaradagem e sem viadagem.

Incrível como tudo na vida muda. “A vida dá voltas”, chavão perfeito! Dá mesmo, e deu. Pegou-me de susto, de repente eu olho pro chão e não o vejo. Difícil saber onde pisar agora hein?! Segui em frente, tropeçando, cambaleando, segui sem rumo por uns tempos. Depois, achei outro chão, diferente, mas ainda sim tão firme e forte quanto o que se foi. Não que você tenha sido substituído, de jeito nenhum, apenas encontrei um outro lugar pra me manter firme e no rumo certo.

Enquanto fui teu chão, juro que tentei te guiar pelos melhores caminhos da vida. Sem atalhos nem trapaças e nem pelos mais árduos, mas sim por aqueles onde eu sabia que você mais aprenderia. E você teimou e seguir caminhos alternativos, acreditar mais nas placas, do que na estrada que te guiava. Por fim, você saiu da estrada e a estrada se desfez então.

Hoje você alcançou a maioridade, parabéns, desejo-lhe boas vibrações. Seja feliz.

Seguimos por estradas paralelas, que infelizmente nunca vão se cruzar, mas isso não nos impede de, às vezes, olharmos para o lado, e como nos velhos tempos, perguntarmos e sermos respondidos apenas pelo olhar.

Lembre-se: mesmo que você não olhe, eu ainda vou insistir em olhar...



Qualquer semelhança, eu prefiro dizer, que é mera coincidência.