terça-feira, 4 de agosto de 2009

Filho de peixe, peixinho é?

Bem, a máxima que carrega o título do texto não é aplicada em todos os casos. A menos que estejamos falando da corja do Planalto; como ACM e ACM Neto, José e Roseana Sarney, mas isso é assunto para textos posteriores.

Hoje fui à locadora. Estando lá dentro comecei a caçada a um filme descente. Não encontro mais um filme de ação que me satisfaça! Que saudade de "Duro de Matar"; "Máquina Mortífera"; enfim tantos outros, o negócio é que lá na locadora só tinha eu e mais duas meninolas. Confesso que por um momento agradeci aos céus pela oportunidade dada, mas bastou que uma abrisse AQUELA MALDIDA BOCA e meus agradecimentos foram retirados! Não vou citar as atrocidades ditas pelas 'musas', nem esmiuçar meu sentimento de repulsa que crescia por ambas. Porém enquanto eu me decidia entre os filmes, elas falavam algo sobre a Capricho, até ai pra mim... Em algum momento eu ouvi o sobrenome "Surita". Assustei! Pensei: "O Emílio na Capricho?!"

Pro meu azar elas se decidiram primeiro, ficaram na minha frente na fila pra locar. Só ai veio a 'explicação', elas disseram o nome Eduardo Surita. Ai imaginei que fosse o filho do Emílio, trabalhando na Capricho.

Confesso que a curiosidade foi forte. O oráculo google me disse que Eduardo Surita é realmente filho do Emílio. (oooooooooooh que descoberta hein?!) E disse mais, disse que ele tinha um blog no site da Capricho.

Filho da puta seja o gene que me deu essa bendita característica de 'curiosidade' aguda! Inferno!

Fui eu de gaiato no site, é isso ai, fui até o site da Capricho. Ainda assim acho o Gazetaesportiva.net mais elaborado... Bem, fui ver o blog do filho do Emílio.

Devia ter ficado sem visitar. Tirei por base o pai, achei que o menino tivesse puxado a sapiência do pai. Ao menos o humor, clássico do pai... É só um bloguinho onde ele posta fotos, escreve textos de cinco caracteres; detalhe: ele divide o blog com outros dois moleques que não lembro o nome e ainda assim tem 30 mil meninas atrás...

Se dúvida do que eu digo, vá lá. O nome do blog acho que é: Vida de menino/garoto.

Não espere nada demais.

Preparem-se, venho com mais críticas. Senti falta disso...

sábado, 1 de agosto de 2009

Incêndio

Não sei bem o motivo, mas de um tempos pra cá, só tenho escrito textos aos pares. Chegar a ser confuso e complicado pra mim. Eu nem acabei o primeiro texto e já estou pensando no que dizer no segundo. Nas construções, frases, jogos, humor. Não sou um gênio, nem um dualcore. É apenas um hobby, apenas um cérebro tão inteligente quanto um 'gênius'. Pelo fato de nossas infâncias não serem na década de 80 difcilmente você entenderá minha piadinha. Eu sei pelo fato de estar rodeado de gente nessa faixa etária muitas vezes. Além do mais, se você não sabe algo, é bom estudá-lo.

Que chavão bisonho. Lembra muito um professor meu, que no término das aulas se limita a dizer "Crianças... estudem!"

Retomando... Numa dessas geladas madrugadas a minha cabeça pegava fogo, faiscava. Entre tantas uma dessas fagulhas pulou do meu consciente e caiu na minha cama. A maldita fagulha pos fogo na minha cama. Aqui onde durmo, penso, sonho, desejo, rezo, escrevo, estudo, converso, me encontro... Queimava a cama, mas não a mim. Por que o berço de minha idéis e não a mim?

Impotente às chamas, recuei; sentei e fiquei a observar o fogo insaciável consumir a cama, o que faria? Mas, eu faria algo? Era tão cômodo não agir. Deixe que consuma, deixe que vire pó. "Do pó viemos, ao pó retornaremos!"

Sentado na janela observava as chamas, sem querer reagir.

- Que leve o que eu tenho! Aproveite e suba um pouco, consuma minhas lembranças nos livros ali na prateleira! Disse eu.

O fogo não subiu. Mas eu cai. Algo me empurrou da janela. Cai de cara na cama incendiada. Já disse, o fogo não me queimava, mas por que então minha cara ardia?

Era a vergonha. Vergonha de fracassado ou vergonha de alguem que é encorajado? Não sei. Talvez o segundo, mas no fundo mesmo, era só vergonha...

A mesma mão que me empurrou, foi a que me mostrou o caminho e disse: "vá em frente."

E eu estou indo, e por isso que voltei a escrever.

A fagulha tinha um nome: preguiça!

E a mão, tinha um nome? Tinha, só que prefiro não emlamear o seu nome nesses pântanos que são meus textos. Espero que ele entenda!

Cuidado com suas fagulhas.

Foto; repare

Você que le o que e escrevo aqui no blog, já reparou na foto. Na grande foto que tem na pagina inical?

Só eu sei o quão difícil foi achar uma foto que me satisfazesse. Incansáveis páginas de fotos google à fora; com inúmeros títulos diferentes. Até que achei essa, que eu quis muito que fosse real. Eu ainda quero que seja, almejo um dia ter minha biblioteca, ou algo menos grandioso, um simples escritório; com aguns pares de livros mesmo.

Como eu disse, queria que ela fosse real. Por pouco ela não transcende a virtualidade, ela mixa o que eu vivo, com a razão do nascimento do blog. Eu vivo numa casa com piso taqueado, aparentemente antiga e com ar interiorano ( o que não é bem verdade) e esses arquivos; mortos ou não; mostram que isto aqui nasceu para eu, seu criador, por pra fora tudo o que já se foi, mágoas, dores, alegrias, festas, vivência!

Aos que lêem eu digo, meus textos, por mais humildes que sejam, ultimamente andam abstratos demais, por vezes vagos. Onde, como por exemplo, uma foto vira tema central, já minha vida tema secundário, mero cenário que busca engrandecer o tema: a foto!

Aos que não gostam: desculpem-me, é apenas uma fase.

Aos que gostam: é pura tendência, tendência que tende a crescer.

Na dúvida aprecie.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"A crítca inspiradora"

Musa inspiradora pra que te quero? Se tenho tú, ó minha querida(?) Crítica inspiradora.

Sim, aquela única leitora de tudo que escrevo aqui. Aquela que chamo de "Morena". A única que lê, a única que critica, a única que me poem a escrever, melhorar(?), a única que tem importância (exagero?).

Há muito vinha querendo te imortalizar enquanto existir internet. Hoje consegui! Já que a fase é de textos sem muito sentido, que seja esse mais um. Um que eu fale, fale, fale e no final, que você goste. E por bondade divida, que você entenda, sem interpretações dúbias hein! (Será que é pedir demais?) HAHA

Desculpe Morena, não resisto.

Obrigado por me por pra frente, me empurrar escada abaixo. Que entre escoliações e fraturas da queda, me faz ter lampejos líricos e independendo dos traumas causados, me faz vir aqui; fazer com que isso não passe de um furor, de modinha.

Escreva aí no seu diário de princesa, se um dia eu conseguir algo na vida, te ofereço 15% de tudo. Mas lembre-se, você vai ter 100%, você diz que não, mas vai casar comigo. Eu sei que vai...

Morena, Morena... Tome juízo e me ouça mais, não sou Deus, mas sou quase um eu-lírico.

Morena, antes que eu me esqueça...

Obrigado e um beijo, do "Romeo"

domingo, 19 de julho de 2009

Risadinhas

"Como vai? Como vai vai vai? / Muito bem! Muito bem bem bem!"

E aquela velha cara de meretriz árabe ainda se mantém no pedestal neh? Tenho pena do seu círculo. O problema de ser amigo de um ator ou atriz, é que você não sabe quando ele está te enganando. Você só sabe quando você contracena com o atror ou atriz. Aí sim você saca todas as mentiras. Vê também, o quanto já foi ludibriado.

Ahhh mas isso é experiência de vida. Todos vamos passar por isso. Relaxe.

Dizem que "águas passadas não movem moinhos", e não movem mesmo. Entretanto, pra mim, me faz rir. Sádico, eu? Deixo isso aos cuidados do seu subconsciente.

Aproveitando os embalos dos ditos populares foi colocar mais alguns:

"Água mole em pedra dura, tanto bate até que CANSA"

"Um dia é da caça, o outro TAMBÉM"

"Diga-me com quem andas, que irei A PÉ"

"Antes só do que com uma BARANGA"

"Bebo porque é líquido, se fosse sólido come-lo-ia."

E assim vai, são tantos os ditos...

Uma última observação.

Como disse o velho novo de novo amigo: "Que o apelido dele sejá 'Tripé' e te rasgue por inteiro."

E tenho dito!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Enfim em paz

Domingo próximo completam duas semanas de uma das maiores surpresas na minha vida.

Era domingão, nublado, tempo fresco. Não tinha F-1 pra que acordar antes das 10? Eram por volta das 11:30, eu levantei, nem o pijama tirei. Fui direto pra cozinha tomar café. Nem deu tempo de eu passar a manteiga no pão e o maldito telefone 'grita'. Ao atender o telefone e a pessoa se identificar e dizer o motivo da ligação, eu fiquei paralisado. Não conseguia nem ouvir o que a TV dizia, parece que o mundo se resumia ao telefonema. Após inúmeros balbuceios de minha parte e várias indagações eu fiquei mais pasmo com a frase: "Posso ir ai". A resposta "sim" saiu com uma naturalidade que eu não podia crer.

Me troquei, os minutos de espera pra mim foram meses. Aqueles mesmos meses que eu tinha passado. Daqueles sentimentos que iam da raiva à dor.

Não vou dizer quem era, nem o que queria, muito menos os conteúdos conversados. Basta que saibam que ao fim ou ao início mesmo, eu senti que um grande peso saia de mim. Que bom poder respirar novamente sem aquele incômodo. Que bom estar em paz consigo mesmo e com o próximo.

Me senti feliz, renovado. É bom falar e te entenderem. É bom ouvir e compreender tudo agora. Sim agora tudo faz sentido. Agora todas as máscaras caíram e pode-se ver quem é quem. Demorou, mas a verdade foi mostrada. Os criminosos culpados e condenados e os inocentes libertados dos crimes que não cometeram.

Do Choque eu fui ao Êxtase. Já se foram quase duas semanas, é claro que aquele furor já passou. Porém a situação é completamente diferente e isso sim é o que faz a diferença.

Estou muito mais feliz hoje, muito mais tranquilo. Não tenho mais nenhuma dívida séria para pagar. Posso andar calmamente. Pasmem vocês, é verdade. As férias chegaram, então vou juntar minha vida e por enquanto, só por esses momentos, vou me deitar à sombra de uma árvore e sonhar um pouco. Nem que seja um sonho apenas, mas vou sonhar.

Obrigado por ter voltado.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Efemeridade

Já pararam pra pensar em como tudo na vida é efêmero? Desde o pãozinho que você come no café (no meu caso, ele não dura mais de três minutos, após eu vê-lo), até o dia que você está vivendo. Poxa, se analisarmos, o tempo "presente" não existe, pois se você disse "agora é o presente", antes de terminar a frase o relógio já girou, e a frase é no passado. Confuso não?

E no cursinho então? Tirando aquela "nata" nojenta de pessoas, que não merecem a atenção nem de um verme, existem aqueles que podemos dizer de colegas. Para os acostumados ao cursinho, acho que o fato de pessoas saírem 'do nada' é costumeiro, mas eu fui pego de calças curtas. Aquela frase "torce por mim, se eu passar na *****, amanhã é meu último dia", foi um misto de pensamento positivo com um negativo.

E passou mesmo! Último dia. Tristeza. As aulas foram comuns, as piadas também. Os risos pouco mudaram, os cortes, as clássicas frases, tudo igual, como mais um dia comum, mas era o último e FOI o último. A despedida por sorte ou azar foi bem direta, "falou aê, tudo de bom. Boa sorte. A gente se vê um dia."

Acho que me apego fácil a determinadas pessoas.

O dia hoje foi chato. Sozinho, mal amado eu? Às vezes... Tenho que concordar com você menina. (não falo teu nome pra não te expor, mas se você ler, SÓ você vai entender.)

Os comentários e as piadas, pouca graça tinham. Me assustei, me peguei falando sozinho umas cinco vezes. É o vício.

Mas as férias batem a porta, o tempo cuida de assentar tudo isso. A poeira baixa e rapidamente eu me embrenho em outra... 'situação'.


Só quero que lembrem e não que sintam como eu senti, tudo na vida é efêmero. Saibam disso e lembrem-se disso. Afinal algum dia você pode ouvir "Amanha é meu último dia." ou pior, não ouvir e ser o último dia.